O QUE É ENSAIO POR PARTÍCULA MAGNÉTICA?

 

O que é partícula magnética?

É um produto desenvolvido a partir do pó de ferro ou óxido de ferro, com a propriedade de ser visível ou fluorescente, em pó seco ou diluído em soluções preparadas, utilizado para a detecção de descontinuidades superficiais ou subsuperficiais em materiais ferromagnéticos, elaborado para ser utilizado na realização da Inspeção por Partículas Magnéticas

 

O que é a Inspeção por Partículas Magnéticas?

Um método de Ensaio Não Destrutivo que torna possível a detecção de descontinuidades superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos (o material pode ser magnetizado).

 

O que é uma indicação linear?

Qualquer indicação cujo comprimento seja ao menos três vezes maior que sua largura (Comprimento = 3 x > Largura)

 

Quais são as vantagens da inspeção por partículas magnéticas?

  1. O processo de ensaio é rápido e simples em sua aplicação.
  2. Altamente sensível à detecção de indicações superficiais e subsuperficiais.
  3. As indicações aparecem na mesma peça que se está ensaiando.
  4. O método pode, algumas vezes, funcionar através de camadas de contaminantes ou recobrimentos de pequenas espessuras.
  5. O método é viável para a automatização e a inspeção de produção de alto volume.
  6. Mais barato e eficiente que outros métodos de controle de qualidade.

 

Quais são as limitações da inspeção por partículas magnéticas?

  1. O material a ser ensaiado deve ser ferromagnético.
  2. Oferece potencial variação e limitações para a detecção de indicações na superfície.
  3. A direção do campo magnético deve cruzar com a dimensão principal da descontinuidade.
  4. Caso a peça a ser ensaiada tenha uma geometria complexa, isto pode apresentar problemas para a determinação adequada de amperagem e intensidade do campo magnético.
  5. Frequentemente é necessário desmagnetizar a peça depois de sua inspeção.

 

Existem diferentes tipos de partículas magnéticas?

Sim. Os diferentes tipos são:

  1. Método seco, visível.
  2. Método úmido, fluorescente.
  3. Método úmido, visível.

 

Quais são as propriedades das partículas magnéticas em pó seco vs em suspensão úmida?

São partículas de óxido de ferro, finamente divididas em tamanhos que variam entre 0,125 e 60 microns com uma alta permeabilidade (facilmente magnetizáveis) e de baixa retenção (propriedade para permanecer magnetizadas). As partículas secas são pintadas quimicamente para oferecer contraste contra o fundo da superfície que se está ensaiando. A aplicação pode ser através de um borrifador manual ou pistola de aplicação pressurizada. As partículas em suspensão úmida utilizam um veículo líquido ou condutor a base de óleo ou água. Com água deve-se utilizar distensores além de um agente umectante e inibidores da corrosão.

 

Qual é a diferença de sensibilidade entre o método úmido e o seco?

O método úmido oferece uma melhor sensibilidade para a detecção de descontinuidades muito finas e superficiais. O método seco oferece uma melhor sensibilidade para a detecção de descontinuidades abaixo da superfície.

 

A qual profundidade máxima as partículas magnéticas podem detectar uma descontinuidade?

6,3 mm (¼ in), ainda que 1,2 mm (0,050 in) a 2,54 mm (0,100 in) é uma profundidade mais realista.

 

Literatura e Artigos relacionados à Partículas Magnéticas

Para maior informação sobre esta forma de Ensaio Não Destrutivo, recomenda-se as seguintes literaturas:

     *Annual Book of ASTM Standards Section 3, Volume 03.03, Metallography; Nondestructive Testing; Philadelphia, PA; American Society for Testing and Materials, latest edition.

     *Betz, Carl E.; Principles of Magnetic Particle Testing; Chicago, MAGNAFLUX Corp., 1985.

     *Magnetic Particle Test Method (Book B) Supplement to Recommended Practice No. SNT-TC-1A (Q&A Book); Columbus, OH; American Society for Nondestructive Testing, 1980.

     *Magnetic Particle Testing, Classroom Training Handbook (CT-6-3); San Diego, CA; General Dynamics/Convair Division, 1977.

    *Magnetic Particle Testing, Programmed Instruction Handbook (PI-4-3); San Diego, CA; General Dynamics/Convair Division, 1977.

     *McGonnagle, Warren J.; Nondestructive Testing, second editon; New York; Gordon and Breach, 1975.

     *McMaster, Robert C., ed.; Nondestructive Testing Handbook, first edition; Columbus, OH; American Society for Nondestructive Testing, 1959.

    *Mix, Paul E.; Introduction to Nondestructive Testing: A Training Guide; New York; John Wiley & Sons, 1987.

     *Nondestructive Inspection and Quality Control; Metals Handbook, Volume 11, Eigth edition; Metals Park, OH; American Society for Metals, 1976.

     *Welding Handbook, Volume 1; Miami, FL; American Welding Soceity, latest edition.

 

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